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Não “fui” eu!

abril 2nd, 2010

Narrei este sonho umas três vezes já. O pessoal do NTI vai começar a desconfiar que invento.

Desta vez não foi totalmente nonsense, mas tampouco foi normal.

“(…) eu programava algo relacionado ao webmail  utilizado na UFABC. Por algum motivo o sistema de login estava falhando e algo deveria ser feito para que eu pudesse prosseguir com meus testes. Tratei de retirar do software o código responsável pela validação de e-mail e senha. Precisava testar de alguma maneira. ((idéia genial!)) – ‘barack.obama@ufabc.edu.br / Sem senha’ – Não, não era o e-mail do presidente dos Estados Unidos, mas sim do nosso coordenador, Gustavo. Pois bem, consegui me logar e acessar os seus e-mails  tranquilamente, finalizei meus testes, me desloguei, modifiquei novamente o código de login para seu estado original (…)

(…) mais tarde Gustavo chega no NTI, senta na frente de seu PC, que estava na mesa da Thais, se loga em seu e-mail e constata que o último login foi realizado em algum horário daquele mesmo dia, embora ele não tivesse o feito pois estava ocupado com outros compromissos. Decidido a localizar o invasor de sua conta, Gustavo localizou alguns vestígios em seu e-mail indicando que a Thais havia realizado alguma alteração em algum lugar. No mesmo momento todos os presentes no NTI direcionam olhares surpresos e de reprovação à Thais, que estava sentada na mesa da Vivian. Gustavo passa a humilhar verbalmente a suspeita. Eu permaneço inerte. Cansada de ser acusada injustamente, Thais se retira abalada da sala, transparecendo e evidenciando a sua inocência, que se tornava notável para Gustavo. Eu fiquei um pouco aliviado pois ninguém seria punido injustamente. O coordenador passa a intimar que o responsável pela ‘invasão’ de seu e-mail se entregasse, para que ele pudesse se retratar com a Thais. Permaneci inerte, com a certeza de que eu jamais seria descoberto e ainda assim ninguém seria punido injustamente (…)”

Repito – não tenho culpa. Algumas falhas de caráter se tornam propriedades de “personagens” que assumo, vez ou outra, em meus sonhos.  Inevitável e comum. Tento refletir e amadurecer com estes fatos inconscientes.

Ps.[1]: Estou com muito sono neste exato momento, meu texto pode conter erros ou estar confuso e incoerente, desculpem-me.

Ps.[2]: Não estou divulgando, portanto obrigado pela visita espontânea ou indicada por terceiros ao meu blog. =]

Boa noite, bons sonhos e até a próxima!

Peixe transparente

março 24th, 2010

Senti falta de publicar os meus sonhos, ainda mais ultimamente, que voltei a sonhar com mais frequencia. Pois vou tentar retomar este hábito, porém o outro blog servirá apenas de museu, de lembrança, pretendo dar mais atenção ao meu domínio que está sendo tão pouco utilizado, coitado. =]

Foi na noite passada, foi bizarro:

Não era exatamente assim, mas é uma boa ilustração do que eu presenciei no sonho.

Não era exatamente assim, mas é uma boa ilustração do que eu presenciei no sonho.

“Minhas duas colegas de profissão e faculdade Vivian e Thais finalizaram um trabalho acadêmico da disciplina Empreendedorismo. Pedi para analisar e folhear o trabalho delas. Rodolfo, também colega de profissão e faculdade, estava ao lado.

O motivo eu não sei, mas haviam várias figuras de peixes, aquários e outras coisas marinhas no trabalho, e uma das coisas que me chamou atenção foi um peixe meio transparente. Eu sugeri que poderia ter sido alguma falha na impressão daquela imagem, mas descartamos a possibilidade quando notamos que era possível enxergar nitidamente o que havia atrás do peixe, era definitivamente transparente.

Sonhos têm o incrível poder de trocar cenários e personagens de maneira completamente discreta. Já não estávamos mais observando o trabalho acadêmico das meninas, mas admirando um pequeno lago na nossa frente, com o peixe transparente submerso, parecendo morto. Rodolfo enxergou uma semelhança daquele animal com um saco plástico, era realmente parecido. Quase pude ver uma lâmpada de ‘idéial genial!’ surgindo na cabeça dele, Rodolfo estava prestes a praticar uma travessura. E a fez. Pegou o peixe transparente, jogou na direção de um mendigo para que o pobre pensasse se tratar de uma sacola transparente com comida dentro. Rodolfo realmente desejava que o mendigo se alimentasse das vísceras do peixe, e via graça naquilo. Eu vi graça naquilo. Não tenho culpa. ”

E minhas bizarrices involuntárias estão de volta.

Boa noite, bons sonhos e até a próxima!