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	<title>Ícaro Vinícius</title>
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		<title>A USP e suas polêmicas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 19:18:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "polemicas"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; No último dia 27, o debate referente à presença da Polícia Militar no campus da USP voltou à mídia após alguns estudantes serem flagrados fumando maconha na universidade. Ocupações e manifestações estampam capas de jornais e têm destaques na [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>No último dia 27, o debate referente à presença da Polícia Militar no campus da USP voltou à mídia após alguns estudantes serem flagrados fumando maconha na universidade.</p>
<p>Ocupações e manifestações estampam capas de jornais e têm destaques na mídia -  Nas últimas semanas muito vi e ouvi críticas aos que condenam estas manifestações, alegando que ou não vivenciam a realidade da USP, ou que se deixam levar pela mídia. Em certa parte concordo, e por isso evitei manifestar a minha opinião, até porque, acredito que não tinha uma bem formulada &#8211; na verdade talvez ainda não tenha &#8211; mas vou compartilhar um pouco da que tenho construído.</p>
<div><strong>A questão da segurança</strong></div>
<div>Os argumentos e as causas defendidas pelos manifestantes, são válidas e extremamente lógicas. Tomei a liberdade de utilizar citações de um texto criado por um amigo, estudante da USP e defensor das manifestações:</div>
<blockquote>
<div><em>&#8220;(&#8230;)A universidade pública, é o lugar em que novos modelos são pensados.<span style="font-family: Consolas, Monaco, monospace;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 18px; white-space: pre;"> </span></span>Modelos atômicos, modelos arquitetônicos, modelos tecnológicos e modelos sociais! (&#8230;) é o lugar de desenvolver e testar esses modelos, seja a fiação do poste que passa por baixo e não por cima, seja tendo muito mais rotatórias que semáforos, seja tendo uma política de segurança vinculada a necessidade dos que vivem nesse espaço! (&#8230;)&#8221;</em> .</div>
</blockquote>
<div>Desta forma, o que é reivindicado é que, levanto em conta o fato da universidade ser uma autarquia, é seu dever cuidar de todas as suas questões, inclusive da segurança, e, uma vez transferindo esta responsabilidade para o estado, a possibilidade de testar um modelo de segurança mais eficiente, apresentando-o à sociedade, vai por água a baixo (convenhamos que não vivemos num estado seguro, mesmo com nossa PM).</div>
<div>Sou da opinião, ao contrário dos manifestantes, de que HOJE a presença da PM no campus pode complementar as medidas propostas para maior segurança:</div>
<blockquote>
<div><em>&#8220;(&#8230;)Para começar, segurança tem a ver com infra-estrutura. Um campus bem cuidado, com mato cortado e bem iluminado com certeza seria mais seguro. (&#8230;) mais circulares permitiriam que as pessoas passassem menos tempo nos pontos expostas ou se aventurassem em longas caminhadas tarde da noite. Se uma guarda é necessária, que seja a guarda universitária, (&#8230;) que tenha a função de guardar as pessoas e não os prédios. Que seja incorporada ao quadro de funcionários da universidade e não conte com terceirizados. Que tenha mais mulheres e formação em direitos humanos para casos como estupros. E o mais importante: Ter um campus freqüentado pela sociedade. (&#8230;)&#8221;</em></div>
</blockquote>
<div>Concordo que a segurança no resto da sociedade é extremamente ridícula, devido a precariedades muito semelhantes às da USP. Desta forma, embora acredite que são válidas as causas e manifestações envolvendo o fato de que a reitoria não deve se omitir apenas transferindo a responsabilidade para o estado, discordo de exigirem que a PM saia do campus e que o acordo seja cancelado neste momento. Por mais arborizada, limpa e frequentada que uma região seja, acredito que um mínimo de ordem (armada e militar) deve existir, para inibir e punir eventuais oportunidades violentas. Se esta mínima ordem é de responsabilidade da guarda universitária, é algo que deve ser debatido, o fato é que HOJE a PM é mais preparada para este tipo de inibição.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Maconha</strong></div>
<div>É uma questão para outro post, é uma outra discussão, mas sou da opinião de que qualquer um tem o direito de lutar por sua liberação (no momento e de modo oportuno), inclusive a defendo, mas a partir do momento em que sua utilização causa uma ferida enorme no país (tráfico, violência, etc), não acredito que qualquer um tenha o direto de usar sem qualquer forma de inibição.</div>
<div>De qualquer modo, uma certa parcela dos manifestantes alega que este assunto não é o foco do debate e das manifestações. Por ora, vou considerar esta afirmação como verdade. (Tenho minhas dúvidas)</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Sobre as manifestações e ocupações</strong></div>
<blockquote>
<div><em>&#8220;(&#8230;) Principal responsável por toda a situação, a reitoria se aproveitou da enorme demanda por segurança para implantar seu projeto elitista de universidade. Essa demanda foi criada pela própria reitoria, ao ignorar pautas antigas do movimento estudantil e de trabalhadores por uma universidade mais segura. O atual reitor, Rodas, não apenas transfere sua responsabilidade para o estado, como usa o convenio como desculpa para não tomar mais nenhuma providencia com relação à segurança. Claro que muitos dos pedidos do movimento estudantil levam tempo e necessitam de investimento, mas é tudo questão de prioridade: Já faz meses que o convenio foi firmado e milhões foram gastos com prédios administrativos ainda muito mal explicados.&#8221;</em></div>
</blockquote>
<div>Assumindo que o modelo de segurança proposto pelos manifestantes seja de fato o ideal, e assumindo ainda que a reitoria faz um total descaso com estas justas manifestações, cuidando apenas de interesses elitistas &#8211; a ocupação de prédios HOJE é realmente a melhor forma de manifestação?</div>
<blockquote>
<div><em>&#8220;Em momentos de muita polarização e politização dos movimentos sociais, a ocupação é um método histórico de lutas. Nos levantes que vimos acontecer este ano ele foi bastante utilizado, praça Tahir no Egito, praça Puerta Del Sol na Espanha. Ocupações de fabricas também são muito comuns na historia. (&#8230;)&#8221;</em></div>
</blockquote>
<div>Por mais manipuladora que a mídia seja, é perceptível a desordem na qual os manifestantes protestam e divulgam os seus ideais, bem como a participação de alguns que estão lá descaradamente pela adrenalina ou pela sensação de que são heróis como os estudantes do passado (vide frases como &#8220;não posso nem fumar minha maconha em paz&#8221;, ou ainda pela bebedeira dos estudantes em momento de ocupação) .</div>
<div>O que quero dizer é que, logicamente, não são todos que estão se lixando para esses ideais, mas me parece óbvio que o modo como as reivindicações do passado se davam, fazia sentido no contexto da época, quando o militarismo reprimia de verdade o livre pensamento.</div>
<div>Afirma-se que a PM reprime reivindicações. Talvez. Na verdade eu sei que existem sim policiais que têm &#8220;sangue nos olhos&#8221; para bater &#8220;em vagabundo&#8221; &#8211; mas reivindicações feitas com ordem, sem vandalismos, depredação de patrimônios públicos (hipocrisia, na minha opinião) e principalmente divulgação e argumentos referentes às causas (para serem ouvidos pela mídia e pela população), esta repressão ou não existe ou é exceção de alguns policiais desumanos.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Resumindo</strong></div>
<div>As causas são válidas? Eu considero que sim.</div>
<div>Na minha opinião o principal problema é a desordem e a maneira como os estudantes descontextualizam as históricas formas de reivindicações.</div>
<div id="-chrome-auto-translate-plugin-dialog" style="opacity: 1 !important; background-image: initial !important; background-attachment: initial !important; background-origin: initial !important; background-clip: initial !important; background-color: transparent !important; position: absolute !important; top: 0px; left: 0px; overflow-x: visible !important; overflow-y: visible !important; z-index: 999999 !important; text-align: left !important; display: none; padding: 0px !important; margin: 0px !important;">
<p><img style="position: absolute !important; z-index: -1 !important; right: 1px !important; top: -20px !important; cursor: pointer !important; -webkit-border-radius: 20px; background-color: rgba(200, 200, 200, 0.3) !important; padding: 3px 5px 0 !important; margin: 0 !important;" onclick="document.location.href='http://translate.google.com/';" src="http://www.google.com/uds/css/small-logo.png" alt="" /></p>
</div>
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		<title>Implementando Rubycas Server e Client</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2011/06/29/implementando-rubycas-server-e-client/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 17:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Aqui na UFABC possuímos uma base para autenticação de usuários centralizada no LDAP. Para evitar desconfortos aos usuários, bem como para facilitar a vida de nós, que desenvolvemos as aplicações e, é claro, as interfaces de login em cada uma delas, comecei a pesquisar maneiras de realizar um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Single_sign-on">Single Sign-On</a> (SSO) para todas as aplicações já em produção e para as futuras.</p>
<p>Inicialmente pensei em simplesmente criar uma sessão genérica que pudesse ser acessada por diversas aplicações, porém, o que parecia ser mais simples e rápido acabou se mostrando menos seguro e infinitamente menos portável. Logo desisti da idéia e comecei a pesquisar outras soluções de SSO.</p>
<p>O<a href="http://mauricioszabo.wordpress.com/" target="_blank"> Maurício</a> me indicou uma série de sistemas/bibliotecas baseados em diferentes protocolos, todos para Ruby. No meio da lista o <em>Rubycas</em> me chamou atenção, principalmente por utilizar um protocolo já utilizado e implementado em forma de <em>clients</em> para outras linguagens e por possibilitar a autenticação no LDAP.</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/rubycas-logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-352" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/rubycas-logo.png" alt="" width="161" height="68" /></a>Não vou entrar em detalhes sobre a história e funcionamento do protocolo CAS de SSO, mas suas primeiras implementações foram feitas em Java, quando se tornou um projeto da <a href="http://www.jasig.org/cas" target="_blank">Jasig</a>.</p>
<p>Para saber mais sobre como funciona o protocolo CAS visite <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Central_Authentication_Service" target="_blank">este link</a>. Basicamente existe um <em>server</em> que é uma interface web que autentica um usuário em alguma base de autenticação (LDAP no caso da UFABC) e redireciona para algum <em>client</em> que é sua aplicação.</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/basic_cas_single_signon_mechanism_diagram.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-353" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/basic_cas_single_signon_mechanism_diagram.png" alt="" width="495" height="700" /></a><strong>RUBYCAS SERVER</strong></p>
<p>A primeira coisa que fiz após ler um pouco sobre o protocolo CAS e sobre o projeto Rubycas foi tentar fazer o download do <em>rubycas-server</em>, seguindo as instruções <a href="http://code.google.com/p/rubycas-server/wiki/Downloads?tm=2" target="_blank">desta página</a>, instalei a gem <em>rubycas-server</em> em uma nova rvm gemset e segui as instruções <a href="http://code.google.com/p/rubycas-server/wiki/QuickStart" target="_blank">desta</a> e <a href="http://code.google.com/p/rubycas-server/wiki/HowToConfigure" target="_blank">desta</a> pagina. As dores de cabeça começaram.</p>
<p>A gem possui dependências de gems antigas, o que ocasionou diversos problemas em alguns requires e em alguns métodos. Fiz alguns <em>monkey patch&#8217;s</em> para corrigir estes probleminhas, e após brigar muito com seu arquivo de configuração consegui fazer subir um &#8220;Frankenstein&#8221; no Webrick.</p>
<p>Foi um avanço, comecei a implementar os <em>clients</em> pois estava com pressa, mas mais tarde voltei ao <em>server</em>, definitivamente eu não queria fazer deploy de um Frankenstein:</p>
<ol>
<li>Clonei <a href="https://github.com/gunark/rubycas-server" target="_blank">este projeto</a> (O projeto!) do Github:  <em>$ git clone git://<a href="http://github.com/gunark/rubycas-server.git" target="_blank">github.com/gunark/rubycas-server.git</a> meu_diretorio/rubycas-server</em>;</li>
<li>Entrei na pasta do projeto, editei o arquivo <em>rubycas-server.gemspec</em> e troquei a dependência da gem <em>sqlite3</em> pelo meu adaptador de bd preferido;</li>
<li>Instalei todas as dependências: <em>$ bundle install</em></li>
<li>Executei <em>$ ./bin/rubycas-server</em> e o arquivo localizado em <em>./config/config.example.yml</em> foi automaticamente copiado para <em>/etc/rubycas-server/config.yml</em></li>
<li>Editei o arquivo <em>/etc/rubycas-server/config.yml</em> configurando o meu servidor e porta da aplicação, o meu adaptador de banco de dados, e meu modo de autenticação (LDAP);</li>
<li>Fiz a aplicação subir localmente no Webrick rodando novamente <em>$ ./bin/rubycas-server</em></li>
<li>Testei a aplicação em <em><a href="http://localhost/" target="_blank">http://localhost</a>:&lt;porta_escolhida&gt;</em> e visualizei a interface de login com sucesso!</li>
<li>Para fazer deploy, como centralizamos nossos códigos no SVN, importei o projeto para nosso servidor SVN e fiz o checkout na máquina de produção;</li>
<li>Dentro da pasta do projeto na máquina de produção repeti as etapas 3, 4 e 5, mas no arquivo de configuração <strong>não escolhi</strong> o meu servidor (webrick, mongrel, phusion passenger &#8211; apache, etc);</li>
<li>Como iria publicar o rubycas-server no Apache (com o <em>Phusion Passenger</em> previamente instalado) entrei no diretório <em>/etc/apache2/vhosts.d</em> e criei um novo arquivo de configuração direcionando o meu host para a pasta da minha aplicação;</li>
<li>Reiniciei o Apache e minha interface de login (Rubycas-server) passou a funcionar em produção desde então!</li>
</ol>
<p><strong>RUBYCAS CLIENT</strong></p>
<p>A instalação e configuração do <em>rubycas-client</em> foi <strong>bem menos</strong> traumática. Transformei duas de nossas aplicações em dois clients para se autenticarem noserver que eu já tinha configurado:</p>
<ol>
<li>Instalei a gem <em>rubycas-client</em>;</li>
<li>Entrei no diretório do projeto da minha aplicação;</li>
<li>Editei o arquivo <em>./config/environment.rb</em> em uma aplicação feita em <em>Rails 2.x.x</em> e .<em>/config/application.rb</em> em uma feita em <em>Rails 3.x.x </em>e inseri o seguinte código:
<pre>    require 'casclient'
    require 'casclient/frameworks/rails/filter'

    CASClient::Frameworks::Rails::Filter.configure(
      :cas_base_url =&gt; "<a href="https://cas.example.foo/" target="_blank">https://&lt;meu_server&gt;/</a>"
    )</pre>
</li>
<li>Editei o arquivo <em>./app/controllers/application_controller.rb</em> e inseri o seguinte código no início do arquivo:  <em>before_filter CASClient::Frameworks::Rails::Filter</em></li>
<li>Apartir deste momento as aplicações já passaram a funcionar como clients. Um <em>client</em> se comporta basicamente da seguinte maneira: Verifica se a sessão <em>cas_user</em> existe, caso positivo cabe à sua aplicação decidir se fornece ou não permissão ao usuário logado, caso negativo redireciona o usuário para o <em>rubycas-server</em>, onde deve ser feita a autenticação, caso o usuário digite seu login e senha corretamente ele é redirecionado para a aplicação anterior (<em>client</em>), com a sessão <em>cas_user</em> contendo uma string com seu nome de usuário;</li>
<li>O <em>client</em> é bastante flexível. A documentação (<a href="http://rubycas-client.rubyforge.org/" target="_blank">http://rubycas-client.rubyforge.org/</a>) me ajudou bastante, principalmente para me ajudar a implementar o <em>logout</em> e a fazer os testes automatizados</li>
</ol>
<div>E foi assim que consegui implementar um SSO aqui na UFABC. A partir de agora vou monitorar o desempenho e a eficiência do sistema e futuramente avaliar a necessidade de implementar ou não o <em>Shiboleth</em> (outro sistema de SSO que se comunica com a <em>federação Cafe</em>, que não entra no caso agora).</div>
<p>Vale lembrar que os clients do CAS podem ser implementados em outras linguagens além do Ruby (Java, PHP, .NET, etc), <a href="http://www.jasig.org/cas/client-integration" target="_blank">veja aqui</a>.</p>
<p>Espero que tenha ajudado, ou ao menos dado alguma idéia. Qualquer coisa podem entrar em contato!</p>
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		<title>A locomotiva, o incêndio e o globo da morte</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2010/07/07/locomotiva-incendio-globo-da-morte/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "globo da morte"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Esta noite não foi legal, não dormi nada bem. Acordei às 4h00 e voltei a adormecer umas 6h00, para acordar definitivamente às 7h30. Neste pequeno tempo de sono tive vários sonhos fragmentados, mas um destes &#8220;fragmentos&#8221; me [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Esta noite não foi legal, não dormi nada bem. Acordei às 4h00 e voltei a adormecer umas 6h00, para acordar definitivamente às 7h30. Neste pequeno tempo de sono tive vários sonhos fragmentados, mas um destes &#8220;fragmentos&#8221; me chamou mais atenção.</p>
<p>&#8220;Eu estava nos fundos de alguma casa, em um grande quintal. Era noite. Havia muitas pessoas, a maioria era irreconhecível, mas o Fernando, meu colega de trabalho, estava lá.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-323" title="Locomotiva" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/locomotiva1888cg-300x245.jpg" alt="" width="240" height="196" /></p>
<p>Em uma espécie de garagem estava exposta uma antiga locomotiva. Não sei ao certo como eu sabia, mas ela fora construída por um velho médico, que também estava presente naquele encontro. Todos que estavam lá gostariam de vê-la em atividade, mas ninguém se arriscava em tentar fazê-la funcionar. Ninguém com exceção do Fernando.</p>
<p>Ele montou em cima de uma das partes da locomotiva, tirou uma pesada tampa de ferro e começou a inserir alguns combustíveis e a tentar acender algum fogo. Logo em seguida o Fernando se afastou e se juntou à multidão que aguardava o início do funcionamento daquela máquina.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-325" title="Incêndio" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/09128100-300x212.jpg" alt="" width="238" height="168" /></p>
<p>Todos estavam desconfiados quanto ao sucesso da tentativa de Fernando, até que uma pequena chama surge de dentro da locomotiva. Logo após a euforia dos presentes a chama começou a aumentar. E aumentou. E aumentou mais. Um grande incêndio teve início no galpão onde ela estava. Me lembro até do cheiro de queimado.</p>
<p>Por algum motivo obscuro o Fernando era bombeiro, e por um mistério maior ainda, estava com toda a sua equipe e seus equipamentos, que logo deram início à contenção do fogo.</p>
<p>Em meio à correria e  à passagem de bombeiros e mangueiras, eu avistei um senhor, não tinha barba mas era velho, e estava de branco. Era o médico construtor da locomotiva. Eu pude enxergar o pranto em seus olhos avistando a destruição de sua máquina, me emocionei, criei coragem e fui pedir desculpas ao homem pelo inconveniente. O médico foi extremamente humilde e bondoso. Pediu para não ligarmos, e ficarmos tranquilos pois ele não ficaria bravo. Após eu me desculpar mais uma vez ele me interrompeu e me perguntou se eu já havia ouvido a história sobre o motoqueiro que iria se apresentar pela primeira vez no globo da morte. Eu disse que nunca tinha ouvido falar da história. Então ele iniciou&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/QUEM-SE-HABILITA.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-332" title="Globo da morte" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/QUEM-SE-HABILITA-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>E eu acordei. =(</p>
<p>Juro que tentei adormecer novamente só para ouvir a &#8220;parábola do Globo da morte&#8221; contada pelo velho médico, mas não consegui.</p>
<p>Pois bem, fica então para a nossa imaginação, ou quem sabe para um próximo sonho. =]</p>
<p>É isso aí, pessoal! Boa noite, bons sonhos e até a próxima!</p>
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		<title>Digital Media Conference 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "eventos"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Update (21/06/2010): Conforme prometido, segue o link para o post no PodMak com as entrevistas gravadas pelo Wesley e por mim na terceira edição do Digital Media Conference &#8211; http://www.podmak.com.br/3-digital-media-conference/ Na terça-feira (08/06/2010) recebi uma ligação de meu grande [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p><strong>Update (21/06/2010): </strong>Conforme prometido, segue o link para o post no PodMak com as entrevistas gravadas pelo Wesley e por mim na terceira edição do Digital Media Conference &#8211; <a title="PodMak - Digital Media Conference" href="http://www.podmak.com.br/3-digital-media-conference/" target="_blank">http://www.podmak.com.br/3-digital-media-conference/</a></p>
<p>Na terça-feira (08/06/2010) recebi uma ligação de meu grande amigo Wesley (<a title="Twitter do Wesley" href="http://twitter.com/wesleyoliveira" target="_blank">@wesleyoliveira</a>).</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/dmc2010.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-307" title="dmc2010" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/dmc2010-300x254.png" alt="dmc2010" width="300" height="254" /></a>Ele recebeu um convite do Oscar Ferreira (<a title="Twitter do Oscar Ferreira" href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>) do <a title="PodMak - Podcast sobre marketing digital" href="http://podmak.com.br" target="_blank">PodMak</a>, podcast focado em debater e tratar de assuntos relativos a marketing digital, redes sociais, e-commerce e cibercultura, para cobrir a terceira edição do <strong>Digital Media Conference</strong>, organizado pela <a title="Site da CorpBusiness" href="http://corpbusiness.uol.com.br/" target="_blank">CorpBusiness</a>.</p>
<p>Tive o prazer e a honra de acompanhar o Wesley na cobertura do evento. Assistimos às palestras e debates que contaram com a participação de grandes profissionais de agências e empresas envolvidas no mundo do marketing digital, levantamos questões e pontos que consideramos de interesse do público do PodMak e tivemos o privilégio de bater um papo com alguns dos palestrantes e organizadores do evento.</p>
<p>Não farei aqui a descrição do conteúdo abordado durante o dia no evento, em breve farei um update linkando o post no PodMak com os detalhes da nossa cobertura, fotos do evento e entrevistas que gravamos com alguns dos participantes.</p>
<p>Mas desde já gostaria de fazer alguns agradecimentos especiais:</p>
<ul>
<li>Ao convite do Wesley e do Oscar pela oportunidade;</li>
<li>Danilo Pádua (<a title="Twitter do Danilo" href="http://twitter.com/danilopadua" target="_blank">@danilopadua</a>), representante da organização do evento que nos tratou muito bem e nos concedeu uma entrevista comentando sobre a importância da Mídia Digital no contexto atual do mercado;</li>
<li>Mirko Mayeroff, CEO do <a title="Super Downloads" href="http://www.superdownloads.com.br" target="_blank">Superdownloads</a>, que também nos concedeu entrevista falando sobre sua empresa e sobre marketing digital, além de ter aceitado nos receber em seu escritório do Super Downloads;</li>
<li>Alexandre Canatella (<a title="Twitter do Alexandre Canatella" href="http://twitter.com/ale_canatella" target="_blank">@ale_canatella</a>), responsável pelos cases de sucesso <a title="Portal de receitas CyberCook" href="http://cybercook.terra.com.br/" target="_blank">CyberCook</a>, <a title="Programa de apoio ao emagrecimento CyberDiet" href="http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/" target="_blank">CyberDiet</a> e <a title="Rede social feminina - Vila Mulher" href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/" target="_blank">Vila Mulher</a>, que gravou uma entrevista com a gente comentando sobre seus startups;</li>
<li>Rene Mollinedo (<a title="Twitter do Rene Mollinedo" href="http://twitter.com/renemollinedo" target="_blank">@renemollinedo</a>), diretor de marketing, inovação e mídias digitais da Trendylab (<a href="http://www.trendylab.com/">http://www.trendylab.com/</a>), com quem batemos um papo e se comprometeu a nos conceder uma futura entrevista;</li>
<li>Tiago Baeta (@<a href="http://twitter.com/tbaeta">tbaeta</a>), responsável comercial da iMasters (<a href="http://imasters.uol.com.br/">http://imasters.uol.com.br/</a>), com quem trocamos algumas idéias;</li>
</ul>
<p>É isso aí! Aguardem o update do link para o nosso post sobre o evento no PodMak!</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<item>
		<title>Não &#8220;fui&#8221; eu!</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2010/04/02/nao-fui-eu/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 06:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "falha de caráter"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Narrei este sonho umas três vezes já. O pessoal do NTI vai começar a desconfiar que invento. Desta vez não foi totalmente nonsense, mas tampouco foi normal. &#8220;(&#8230;) eu programava algo relacionado ao webmail  utilizado na UFABC. [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Narrei este sonho umas três vezes já. O pessoal do NTI vai começar a desconfiar que invento.</p>
<p>Desta vez não foi totalmente nonsense, mas tampouco foi normal.</p>
<p>&#8220;(&#8230;) eu programava algo relacionado ao webmail  utilizado na UFABC. Por algum motivo o sistema de login estava falhando e algo deveria ser feito para que eu pudesse prosseguir com meus testes. Tratei de retirar do software o código responsável pela validação de e-mail e senha. Precisava testar de alguma maneira. <em>((idéia genial!))</em> &#8211; &#8216;barack.obama@ufabc.edu.br / Sem senha&#8217; &#8211; Não, não era o e-mail do presidente dos Estados Unidos, mas sim do nosso coordenador, Gustavo. Pois bem, consegui me logar e acessar os seus e-mails  tranquilamente, finalizei meus testes, me desloguei, modifiquei novamente o código de login para seu estado original  (&#8230;)</p>
<p>(&#8230;) mais tarde Gustavo chega no NTI, senta na frente de seu PC, que estava na mesa da Thais, se loga em seu e-mail e constata que o último login foi realizado em algum horário daquele mesmo dia, embora ele não tivesse o feito pois estava ocupado com outros compromissos. Decidido a localizar o invasor de sua conta, Gustavo localizou alguns vestígios em seu e-mail indicando que a Thais havia realizado alguma alteração em algum lugar. No mesmo momento todos os presentes no NTI direcionam olhares surpresos e de reprovação à Thais, que estava sentada na mesa da Vivian. Gustavo passa a humilhar verbalmente a suspeita. Eu permaneço inerte. Cansada de ser acusada injustamente, Thais se retira abalada da sala, transparecendo e evidenciando a sua inocência, que se tornava notável para Gustavo. Eu fiquei um pouco aliviado pois ninguém seria punido injustamente. O coordenador passa a intimar que o responsável pela &#8216;invasão&#8217; de seu e-mail se entregasse, para que ele pudesse se retratar com a Thais. Permaneci inerte, com a certeza de que eu jamais seria descoberto e ainda assim ninguém seria punido injustamente (&#8230;)&#8221;</p>
<p>Repito &#8211; não tenho culpa. Algumas falhas de caráter se tornam propriedades de &#8220;personagens&#8221; que assumo, vez ou outra, em meus sonhos.  Inevitável e comum. Tento refletir e amadurecer com estes fatos inconscientes.</p>
<p>Ps.[1]: Estou com muito sono neste exato momento, meu texto pode conter erros ou estar confuso e incoerente, desculpem-me.</p>
<p>Ps.[2]: Não estou divulgando, portanto obrigado pela visita espontânea ou indicada por terceiros ao meu blog. =]</p>
<p>Boa noite, bons sonhos e até a próxima!</p>
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		<title>Peixe transparente</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2010/03/24/peixe-transparente/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 15:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "rodolfo"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Senti falta de publicar os meus sonhos, ainda mais ultimamente, que voltei a sonhar com mais frequencia. Pois vou tentar retomar este hábito, porém o outro blog servirá apenas de museu, de lembrança, pretendo dar mais atenção ao meu [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Senti falta de <a href="http://osonhodeicaro.blogspot.com" target="_blank">publicar os meus sonhos</a>, ainda mais ultimamente, que voltei a sonhar com mais frequencia. Pois vou tentar retomar este hábito, porém o <a href="http://osonhodeicaro.blogspot.com" target="_blank">outro blog</a> servirá apenas de museu, de lembrança, pretendo dar mais atenção ao meu domínio que está sendo tão pouco utilizado, coitado. =]</p>
<p>Foi na noite passada, foi bizarro:</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><img class=" " src="http://mundoceptico.files.wordpress.com/2009/07/peixe-transparente.jpg" alt="Não era exatamente assim, mas é uma boa ilustração do que eu presenciei no sonho." width="280" height="179" /><p class="wp-caption-text">Não era exatamente assim, mas é uma boa ilustração do que eu presenciei no sonho.</p></div>
<p>&#8220;Minhas duas colegas de profissão e faculdade Vivian e Thais finalizaram um trabalho acadêmico da disciplina Empreendedorismo. Pedi para analisar e folhear o trabalho delas. Rodolfo, também colega de profissão e faculdade, estava ao lado.</p>
<p>O motivo eu não sei, mas haviam várias figuras de peixes, aquários e outras coisas marinhas no trabalho, e uma das coisas que me chamou atenção foi um peixe meio transparente. Eu sugeri que poderia ter sido alguma falha na impressão daquela imagem, mas descartamos a possibilidade quando notamos que era possível enxergar nitidamente o que havia atrás do peixe, era definitivamente transparente.</p>
<p><em>Sonhos têm o incrível poder de trocar cenários e personagens de maneira completamente discreta</em>. Já não estávamos mais observando o trabalho acadêmico das meninas, mas admirando um pequeno lago na nossa frente, com o peixe transparente submerso, parecendo morto. Rodolfo enxergou uma semelhança daquele animal com um saco plástico, era realmente parecido. Quase pude ver uma lâmpada de &#8216;idéial genial!&#8217; surgindo na cabeça dele, Rodolfo estava prestes a praticar uma travessura. E a fez. Pegou o peixe transparente, jogou na direção de um mendigo para que o pobre pensasse se tratar de uma sacola transparente com comida dentro. Rodolfo realmente desejava que o mendigo se alimentasse das vísceras do peixe, e via graça naquilo. Eu vi graça naquilo. Não tenho culpa. &#8221;</p>
<p>E minhas bizarrices involuntárias estão de volta.</p>
<p>Boa noite, bons sonhos e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tomada de decisões: Teoria da utilidade e do prospecto</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2009/11/29/teoria-da-utilidade-e-do-prospecto/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "daniel kahneman"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Em minha última aula de Psicologia Cognitiva demos continuidade ao tema tomada de decisões, abordando heurísticas e métodos utilizados por seres humanos em suas decisões, julgamentos e raciocínio. Neste post vou me concentrar nas teorias da utilidade e [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Em minha última aula de <strong>Psicologia Cognitiva</strong> demos continuidade ao tema <strong>tomada de decisões</strong>, abordando heurísticas e métodos utilizados por seres humanos em suas <strong>decisões,</strong> <strong>julgamentos e raciocínio. </strong>Neste post vou me concentrar nas teorias da <strong>utilidade e do prospecto.</strong></p>
<p><strong><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/o-pensador.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-287" title="o-pensador" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/o-pensador-225x300.jpg" alt="o-pensador" width="225" height="300" /></a><br />
</strong></p>
<p>O professor <strong>Peter Claessens </strong>deu início fazendo a seguinte proposta fictícia à classe:</p>
<p><em>Você tem a opção de jogar 2 dados de 6 lados. Caso o resultado dos 2 dados lançados sejam iguais, você ganha R$12,00, caso contrário, você perde R$3,00. Você toparia entrar na aposta?</em></p>
<p>Segundo a <strong>Teoria Normativa, </strong>aquela inspirada pela economia, a probabilidade do resultado ser 2 dados iguais é de 1/6, enquanto a probabilidade de ser 2 dados diferentes é de 5/6. Assim sendo, o <strong>valor esperado </strong>para aquele que aceita a aposta é calculado da seguinte maneira:</p>
<p><strong>Valor esperado = </strong>1/6 x R$12,00 + 5/6 x R$3,00 = -R$0,50</p>
<p>Podemos considerar então, 2 tipos de decisão daquele que recebeu a proposta:</p>
<p>Decisão A: Não aceitar &#8211; Ganho esperado de R$0,00</p>
<p>Decisão B: Aceitar &#8211; Ganho esperado de -R$0,50 (Perda de R$0,50)</p>
<p>Podendo concluir que, segundo a <strong>teoria normativa ou teoria da utilidade esperada</strong>, a melhor decisão seria não aceitar a proposta, considerando que o ganho esperado é maior.</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/Daniel_KAHNEMAN.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-288" title="Daniel KAHNEMAN" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/Daniel_KAHNEMAN.jpg" alt="Daniel KAHNEMAN" width="115" height="138" /></a>Entretando, a <strong>Teoria do Prospecto</strong>, proposta por <strong>Kahneman &amp; Tversky, </strong>ou <strong>Teoria descritiva, </strong>que levou o psicólogo Kahneman ganhar o prêmio Nobel de economia em 2002, evidencia, através de experimentos comportamentais, o fato de que as tomadas de decisões entre os seres humanos seguem alguns padrões que não necessariamente são baseadas em probabilidades de ganhos esperados. Vejamos as seguintes propostas:</p>
<p><strong>Jogo A: Escolher entre</strong></p>
<ul>
<li>Ganho de R$500,00 com 100% de probabilidade</li>
<li>Ganho de R$1000,00 com 50% de probabilidade (sendo os outros 50%, R$0,00)</li>
</ul>
<p><strong>Jogo B:Escolher entre</strong></p>
<ul>
<li>Perda de R$500,00 com 100% de probabilidade</li>
<li>Perda de R$1000,00 com 50% de probabilidade (sendo os outros 50%, R$0,00)</li>
</ul>
<p>Os experimentos comportamentais revelaram que no caso do <strong>Jogo A</strong>, a maioria das pessoas optou pelo ganho certo de R$500,00, enquanto no  <strong>Jogo B, </strong>a maioria optou pela perda incerta de R$1000,00. Ou seja, a perda &#8220;pesa mais&#8221; para o ser humano, que possui <strong>aversão ao risco em ganho </strong>e <strong>busca de risco em perda. </strong></p>
<p>Vejamos outro experimento comportamental. Dois dilemas foram propostos aos voluntários:</p>
<p><strong>Dilema 1: Aplicando a vacina</strong></p>
<ul>
<li><strong>A, </strong>200 pessoas serão salvas com probabilidade de 100%</li>
<li><strong>B, </strong>600 pessoas serão salvas com probabilidade de 33,3%</li>
</ul>
<p><strong>Dilema 2: Aplicando a vacina</strong></p>
<ul>
<li><strong>C, </strong>400 pessoas morrerão com probabilidade de 100%</li>
<li><strong>D, </strong>Niguém morrerá com probabilidade de 33,3%</li>
</ul>
<p>Os resultados revelaram que no caso do <strong>Dilema 1</strong>, 72% das pessoas optaram pela <strong>aversão ao risco </strong>(vacina A), enquanto no <strong>Dilema 2, </strong>78% das pessoas optaram pela <strong>busca de risco </strong>(vacina D). Estes resultados revelam a limitação da racionalidade do ser humano, visto que se forem analisadas as probabilidades dos 2 dilemas, se tratam exatamente do mesmo problema. Este é o chamado <strong>efeito de estruturação: </strong>quando o mesmo problema leva a estratégias diferentes devido ao <strong>enquadramento </strong>(aspectos irrelevantes para a decisão).</p>
<p>Em aula vimos ainda sobre alguns aspectos da <strong>tomada de decisões em grupo. </strong>Nestes tipos de decisão temos geralmente alguns aspectos vantajosos: acumulação de idéias, conhecimento e memória. E alguns desnvantajosos: O pensamento de grupo pode atrapalhar a tendência para evitar conflitos, causar atitude de mente fechada, supressão de dissensão, unânimidade falsa e decisões prematuras, conservadoras e imperfeitas. O &#8220;andídoto&#8221; proposto para evitar estas desvantagens me lembrou muito as idéias do <strong>desenvolvimento ágil, </strong>que já comentei em <a href="http://icarovinicius.com.br/blog/tag/metodologias-ageis/" target="_blank">outros posts</a>: Líder imparcial, cultura aberta à crítica construtiva, a informações vindas de fora, formação de subgrupos, etc.</p>
<p>Concluímos que a <strong>teoria da utilidade </strong>desconsidera o fato de que muitas situações de risco são sujeitas a pressão emocional e de tempo, e que existem algumas variáveis que nos impossibilitam de utilizar 100% de nossa racionalidade &#8211; todos os cálculos e probabilidades nem sempre cabem em nossa <strong>memória de trabalho</strong>. E é por este motivo que o ser humano acaba, naturalmente, utilizando <strong>heurísticas: </strong>modelos de tomada de decisão que nem sempre retornam a solução otimizada, mas a mais sensata, levando em consideração as inúmeras variáveis que possuem os seres-humanos.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre</strong>: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman" target="_blank"></a></p>
<p>Daniel Kahneman: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman</a></p>
<p>Teoria do prospecto:<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Prospect_theory" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Prospect_theory</a></p>
<p>Não percam os meus próximos 2 posts: Continuarei tratando sobre o tema <strong>&#8220;Tomada de Decisões&#8221;, </strong>abordando métodos e heurísticas utilizadas por seres-humanos em <strong>Julgamentos</strong> e<strong> Raciocínio</strong>.</p>
<p>Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>This is it!</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2009/11/07/this-is-it/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 03:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "Michael Jackson"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Sexta-feira, calor, muita água, muito café também, almoço no shopping com a galera do trabalho, apresentação dos funcionários novos, nenhuma matéria na faculdade, namorada no fim do expediente, shopping, cinema, pipoca, Michael Jackson, This is it! Confesso que [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Sexta-feira, calor, muita água, muito café também, almoço no shopping com a galera do trabalho, apresentação dos funcionários novos, nenhuma matéria na faculdade, namorada no fim do expediente, shopping, cinema, pipoca, Michael Jackson, This is it!</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/this-is-it-cartaz.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-244" title="this-is-it-cartaz" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/this-is-it-cartaz-689x1024.jpg" alt="this-is-it-cartaz" width="280" height="414" /></a></p>
<p>Confesso que fui ao cinema mais pelo interesse de Isabela, minha namorada. Nunca fui grande admirador da figura de <strong>Michael Jackson &#8211; </strong>não por possuir alguma aversão à personalidade, nem tampouco por qualquer tipo de preconceito ou algo do gênero. Ainda assim, tem o meu respeito, meu reconhecimento de sua importância<strong> </strong>e influência e não nego que sua batida é envolvente, nem que estou assobiando <em>Billie Jean </em>neste exato momento<strong>. </strong></p>
<p>Também não posso dizer que seu filme póstumo <em>This is it</em> me fez mudar de opinião e me tornou um fã. Nada disso. Mas definitivamente me envolveu, me fez refletir sobre sua história, apesar do filme não ser nem um pouco biográfico e apesar ainda de meu conhecimento quase nulo sobre a sua vida, salvo aquele adquirido em épocas de escândalos ou nestes últimos meses, após a sua morte. Limitado pela minha ignorância, não ouso tirar conclusões sobre a vida de Michael Jackson, mas tenho palpites e eles absolvem o <strong>rei do pop</strong> de qualquer acusação de pedofilia e o classificam como uma pessoa boa &#8211; não como um exemplo, simplismente como uma pessoa boa.</p>
<p>O documentário de 111 minutos <em>This is it</em>, dirigido por <strong>Kenny Ortega, </strong>parceiro de Michael Jackson na produção do show, possui filmagens dos bastidores, ensaios e produções de novos video-clipes para os clássicos de MJ, que seriam exibidos no que seria o seu próximo show. Os registros realizados desde a seleção exigente de Michael para os dançarinos do show, até os ensaios para a música de fechamento, iriam para o seu arquivo pessoal e parte deles seriam exibidos durante o espetáculo.</p>
<p>Além da indiscutível capacidade de inovar de Michael Jackson, as filmagens revelaram algumas minunciosidades da personalidade do astro que o tornaram tão inovador e irreverente. Seu perfeccionismo era diferente &#8211; os ensaios e as passadas de músicas, tons e passos evidenciavam a capacidade de que Michael tinha de <em>sentir</em> o seu trabalho &#8211; repetir um trecho de uma determinada música sozinho, de maneira introspectiva, ou pular, dançar, espernear, sentindo a sua música, até estar satisfeito, não com o tom, com a melodia ou com a coreografia padronizada, mas com a maneira que estes fatores deixavam o seu estado de espírito &#8211; e todas estas irreverências criadas naturalmente fariam parte do seu show.</p>
<p>Foi interessante notar como os produtores se comunicavam e davam <em>feedbacks</em> a Michael &#8211; havia uma cautela peculiar, ao mesmo tempo em que pareciam preocupados em não aborrecerem o rei, demonstravam um profundo respeito à figura com quem estavam tratando. O mesmo acontecia, de forma ainda mais interessante, quando era Michael Jackson que precisava dar algum <em>feedback</em> aos seus músicos, dançarinos ou produtores &#8211; Era modesto, tinha consciência de que seus pedidos seriam atendidos sem pestanejos, mas fazia questão de tentar não demonstrar nenhum tipo de arrogância, nem autoritarismo &#8211; <em>&#8220;Falo isso por bem&#8221;, &#8220;Não é por mal&#8221;, &#8220;Entendam por favor, é tupo por amor &#8211; A-M-O-R&#8221;, &#8220;Deus os abençõe!&#8221;. </em>Como eram diferentes as maneiras com que aprendia a ser um artista com seu pai! Como frases singelas como estas demonstravam uma vida inteira de rancor&#8230;</p>
<p>Por final, o que mais me fez refletir foram os seus ensaios, mais especificamente a maneira como ele dançava e cantava &#8211; não pela irreverência, mas pela economia de esforço. A princípio estranhei muito o fato de seus dançarinos demonstrarem muito mais ânimo do que o próprio Michael Jackson, ou de seus vocais se dedicarem muito mais a darem um espetáculo, mas aos poucos foi possível notar que realmente era uma economia de esforço, Michael chegou a se culpar quando cantou tão bem e promoveu um espetáculo particular aos presentes no ensaio de <em>Just can&#8217;t stop love you, </em>dizendo que não deveria ter feito aquilo, que tudo aquilo era apenas um aquecimento. Fui longe me recordando de minhas aulas de física &#8211; nenhuma energia se cria ou se destrói, apenas se transforma &#8211; se um corpo é solto no ar a gravidade faz com que ele possua energia mecânica, oriunda de sua energia potencial, enquanto estava com velocidade zero &#8211; e foi justamente esta energia potencial que Michael Jackson possuia nos ensaios. Comecei a imaginar: Se mesmo sem todo o esforço possível, os bastidores de <em>This is it</em> foram sensacionais, o que o show revelaria no momento de transformar toda aquela energia potencial? E após a sua morte, de que maneira ela foi transformada? Talvez seus amigos próximos ou parentes a tenham utilizado de alguma maneira, ou algum outro artista a aproveitado em algum outro show qualquer, ou talvez o mundo possa ter ficado um pouquinho melhor e grato a Michael Jackson&#8230;</p>
<p><strong>Trailer de <em>This is it:</em></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cyrkcz7msfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/cyrkcz7msfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Website oficial do filme: </strong> <a href="http://www.thisisit-movie.com/" target="_blank">http://www.thisisit-movie.com/</a></p>
<p><em>&#8220;GOD BLESS YOU!&#8221;</em></p>
<p><em>\o<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Psicologia Cognitiva &#8211; Memória</title>
		<link>http://icarovinicius.com.br/blog/2009/10/29/psicologia-cognitiva-memoria/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário Expandido]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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		<category><![CDATA[memória]]></category>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "testes"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Continuando a exposição das aulas de psicologia cognitiva, tratarei neste post sobre um dos mecanismos mais importantes da cognição e da inteligência humana, a memória, definida em aula como &#8220;Habilidade de adquirir, reter e usar informações e conhecimentos&#8221;. A [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Continuando a exposição das aulas de <strong>psicologia cognitiva</strong>, tratarei neste post sobre um dos mecanismos mais importantes da cognição e da inteligência humana, a <strong>memória</strong>, definida em aula como &#8220;Habilidade de adquirir, reter e usar informações e conhecimentos&#8221;.</p>
<p>A memória implica em constantes mudanças, no contexto humano trata-se de informações que de alguma maneira podem ser armazenadas e posteriormente utilizadas, basicamente consiste em <strong>consolidação, </strong>quando a informação desaparece da <em>consciência</em><strong> </strong>e <strong>evocação, </strong>quando a informação retorna à consciência. Seu bom funcionamento, paradoxalmente, depende do <strong>esquecimento</strong>.</p>
<p>Assistam o seguinte vídeo, um teste psicológico em que há 2 times, um de branco e um de preto, cada um tocando bolas de basquete entre os seus jogadores. O objetivo é contar o número de passes que o time de <em>branco</em> faz entre os seus jogadores, mas fiquem atentos pois a velocidade dos passes e os jogadores de preto podem confundir a sua contagem:</p>
<p><strong>Update: </strong>Para melhores resultados no testes é interessante que o vídeo seja carregado antes de assisti-lo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UZdpIG7oh0g&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UZdpIG7oh0g&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Em sala de aula a grande <em>minoria</em> das pessoas, não me lembro exatamente quantas, perceberam que há uma &#8220;surpresa&#8221; no meio do vídeo. Isto se deve ao fato de que geralmente o cérebro &#8220;exclui&#8221; elementos que não possuem importância para o foco de sua<strong> atenção</strong> &#8211; a exclusão do gorila de sua memória é essencial para que você conte corretamente o número de passes entre os jogadores de branco.</p>
<p>Outro caso curioso sobre <em>esquecimento</em> citado em aula foi o de <strong>Solomon Shereshevsky, </strong>um homem com uma memória &#8220;quase perfeita&#8221;, capaz de lembrar os mínimos detalhes de um livro, os dados de uma lista telefônica inteira, todos os objetos de um ambiente, etc., pelo fato de que seu cérebro raramente excluía informações de sua memória. Parece ser muito bom e divertido, mas <em>Solomon</em> não conseguia reconhecer nem mesmo as faces de seus próprios familiares, uma vez que cada expressão era interpretada como imagens distintas em seu cérebro &#8211; prestava atenção nos detalhes ao custo do <em>sentido global</em>, não abstraindo nem metaforizando quase nada.</p>
<p>Vamos fazer mais um teste &#8211; Tente decorar durante uns 5 segundos (colabore) as palavras abaixo, em seguida desvie o seu olhar do monitor e escreva em uma folha de papel as palavras que conseguir lembrar.</p>
<p style="text-align: center;">Retrato<br />
Libélula<br />
Casaco<br />
Violino<br />
Pálpebra<br />
Tomate<br />
Laudo<br />
Prancha<br />
Irmão</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente você conseguiu se lembrar das palavras que estavam mais no topo (Retrato, Libélula&#8230;) e na base (Prancha, Irmão&#8230;), é o que ocorre, em média, com as pessoas que fazem este teste,  pelo fato de que as palavras localizadas no topo da lista tiveram muito mais tempo para serem consolidadas do que as restantes, uma provável relação com a <strong>memória de longo prazo </strong>e as da base ainda estão ativas por serem mais recentes (considerando que a maioria das pessoas lê de cima para baixo), uma provável relação com a <strong>memória de curto prazo, </strong>enquanto as do meio nem foram suficientemente consolidadas a ponto de serem evocadas por sua consciência, nem são tão recentes a ponto de ainda estarem ativas em sua consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">As evidências observadas em cada modelo ou tipo de memória nos levam a chegar em algumas conclusões e deduzir algumas <strong>técnicas de memorização. </strong>Não é meu objetivo expor todas estas técnicas, nem ensiná-los a como ter uma memória excepcional, mas são exemplos interessantes dados em aula :</p>
<p style="text-align: justify;">Vejam este pequeno exemplo sobre <strong>memória sensorial:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/letras.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-223" title="letras" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/letras-300x265.jpg" alt="letras" width="146" height="164" /></a></strong>Esta imagem foi exibida para alguns voluntários durante 50 milisegundos. Niguém se recordou de todas as letras. Alguns sinais sonoros foram associados a cada fileira e as associações foram ensinadas aos voluntários. A tarefa seguinte era tentar recordar as letras correspondentes ao sinal sonoro emitido &#8211; a maioria das pessoas se lembrou de todas as letras da fileira, levando à conclusão de que o tempo de <em>consolidação</em> da informação tem importância, mas a maneira como esta informação é estruturada é trivial para a sua <em>evocação</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro teste realizado em aula, uma voluntária saiu da sala enquanto a seguinte sequência de números foi apresentada durante uns 2 segundos a um segundo voluntário:</p>
<p style="text-align: center;">1 4 0 2 8 0 5 6 0</p>
<p style="text-align: justify;">Ao tentar se recordar de todos os números, em ordem, o resultado não foi muito positivo &#8211; alguns números foram esquecidos e outros estavam em posições diferentes. A voluntária fora da sala foi chamada e a seguinte sequência foi apresentada também durante uns 2 segundos:</p>
<p style="text-align: center;">140   280  560</p>
<p style="text-align: justify;">Ela se recordou de todos os números sem nenhuma dificuldade. A técnica chamada de <strong>agrupamento (chunking)</strong> nos mostra que provavelmente o ser humano possui uma quantidade limitada de elementos que podem ser acessíveis em curto prazo, desta maneira, elementos agrupados se tornam um só elemento, facilitando a evocação.</p>
<p style="text-align: justify;">A eficiência do <em>agrupamento visual</em> também foi demonstrado em um experimento com voluntários novatos e experientes em jogos de xadrez:</p>
<ul>
<li>Arranjos de peças reais, que geralmente são oriundos de determinadas sequências de jogadas, foram apresentados a todos os voluntários:
<ul>
<li>Jogadores experientes se lembraram em média da posição de 16 peças;</li>
<li>Novatos se lembraram em média da posição de 4 peças;</li>
</ul>
</li>
<li>Arranjos de peças aleatórios foram apresentados a todos os voluntários:
<ul>
<li>Jogadores experientes se lembraram em média da posição de 3 peças;</li>
<li>Novatos se lembraram em média da posição de 3 peças;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Hierarquizar elementos ou informações (criando mapas ou fluxogramas) também é um método eficiente para facilitar a evocação, uma vez que ela é realizada através de conexões entre os neurônios &#8211; um elemento se relaciona ao outro no cérebro humano, esquematizá-lo no papel é uma boa pedida!</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>estado</strong> no qual um indivíduo se encontra enquanto consolida informações também influencia. Alguns voluntários foram levados a estudar/memorizar em diferentes situações:</p>
<ul>
<li>Dentro e fora da água
<ul>
<li>Os que estudaram <em>dentro</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>dentro</em> do que <em>fora</em>;</li>
<li>Os que estudaram <em>fora</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>fora</em> do que <em>dentro</em>;</li>
</ul>
</li>
<li>Com e sem ruído
<ul>
<li>Os que estudaram <em>com</em> <em>ruído</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>com</em> do que <em>sem</em> <em>ruído</em>;</li>
<li>Os que estudaram <em>sem ruído</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>sem</em> do que <em>com ruído</em>;</li>
</ul>
</li>
<li>Triste ou feliz
<ul>
<li>Os que estudaram <em>tristes</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>tristes</em> do que <em>felizes</em>;</li>
<li>Os que estudaram <em>felizes</em> se lembraram de mais coisas quando tentaram evocar informações <em>felizes</em> do que <em>tristes</em>;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Esta é outra boa dica para quem deseja estudar ou memorizar coisas, mas é muito importante lembrar que para que as informações possam ser evocadas com facilidade em qualquer lugar ou situação é necessário que os estudos e a memorização aconteçam em lugares distintos, com influências distintas.</p>
<p>A consolidação da memória também pode ser <strong>sugestionada</strong>. Voluntários assistiram a um vídeo de acidente de carro, em seguida foram questionados da seguinte maneira:</p>
<p>&#8220;Qual era a velocidade aproximada do carro quando se (<em>verbo</em>)?&#8221;</p>
<p>No qual o <em>verbo </em>variou com cada voluntário (<em>esmagou</em>, <em>chocou, bateu, tocou</em>). Quanto &#8220;mais intensos&#8221; eram os verbos da pergunta, maiores foram as estimativas das velocidades respondidas. No acidente nenhum vidro do carro se quebrou, mas as pessoas foram questionadas sobre este fato e as que ouviram a primeira pergunta com os verbos &#8220;mais intensos&#8221; responderam mais positivamente do que as que ouviram a pergunta com os verbos &#8220;menos intensos&#8221;.</p>
<p>Este tipo de <em>consolidação após evento </em>é muito comum em audiências judiciais, em que testemunhas podem ser sugestionadas a fornecer uma determinada resposta dependendo da meneira como a questão é realizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudamos alguns modelos sobre o funcionamento da memória propostos por diferentes pesquisadores em diferentes épocas. Não vou entrar em detalhes sobre cada um deles, mas todos se relacionam ou com memórias de curto e longo prazo ou com <strong>memória de trabalho </strong>(ligada mais a representações visuais e fonológicas do que ao tempo) ou com relações entre todos estes tipos de memória, com alguns alicerces semânticos e sintáticos da informação que pode ser armazenada.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí vão alguns links sobre diferentes tipos e modelos de memória vistos em aula:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria" target="_blank">Artigo sobre memória da Wikiédia</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Atkinson-Shiffrin_memory_model" target="_blank">Modelo de memória proposto por Atkinson &amp; Shiffrin em 1968</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baddeley%27s_model_of_working_memory" target="_blank">Modelo de memória proposto por Baddeley &amp; Hitch em 1974</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.simplypsychology.pwp.blueyonder.co.uk/levelsofprocessing.html" target="_blank">Modelo de memória proposto por Craik &amp; Lockhart em 1972</a></p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado pessoal, até a próxima!</p>
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		<title>Rails Summit 2009 &#8211; Obie Fernandez</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 04:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[bb_keywords = "eventos"; bb_bid = "1651453"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc"; Na semana passada eu e toda a equipe de desenvolvimento da UFABC fomos ao Rails Summit 2009, maior encontro de Ruby on Rails da América Latina. O evento, promovido pela Locaweb e guiado por Fábio Akita, teve a sua [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Na semana passada eu e toda a equipe de desenvolvimento da UFABC fomos ao <a href="http://www.railssummit.com.br/" target="_blank">Rails Summit 2009</a>, maior encontro de <strong>Ruby on Rails </strong>da América Latina. O evento, promovido pela <strong>Locaweb</strong> e guiado por <a href="http://akitaonrails.com/" target="_blank">Fábio Akita</a>, teve a sua segunda edição realizada nos dias 13 e 14 de outrubro, no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo. <a href="http://www.railssummit.com.br/pt-BR/schedule" target="_blank">Confira qual foi a programação do evento.</a></p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/logo_rails_summit.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-187" title="logo_rails_summit" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/logo_rails_summit-300x93.png" alt="logo_rails_summit" width="300" height="93" /></a></p>
<p>Foram várias as palestras e os temas apresentados durante o <strong>Rails Summit</strong>, desde valores e paradigmas da linguagem e do framework, até detalhes técnicos e novidades sobre o assunto.</p>
<p><a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/obie_fernandez.jpg"><img class="size-medium wp-image-182 alignleft" title="obie_fernandez" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/obie_fernandez-300x200.jpg" alt="obie_fernandez" width="253" height="168" /></a>A palestra de fechamento do evento foi apresentada por <strong>Obie Fernandez,</strong> autor do <em>The Rails Way</em>, o guia de referência definitiva para Ruby on Rails, editor da <em>Addison-Wesley Professional Ruby Series</em> e reconhecido membro da comunidade internacional de <strong>Ruby</strong>. Obie é o <span>CEO</span>/fundador da <em>Hashrocket</em>, consultoria web e desenvolvedora de produtos em <em>Jacksonville Beach</em>, Flórida.</p>
<p><strong>Palestra: </strong><em>&#8220;Dominando a Arte de Desenvolvimento de Aplicações”</em></p>
<p>A palestra teve o objetivo de comparar o desenvolvimento de aplicações com criações artísticas. Obie iniciou descrevendo as maneiras como um indivíduo pode ser considerado especialista em alguma coisa, sugerindo como regra maior a <strong>prática</strong>: <em>&#8220;Practice, practice and practice&#8221; </em>(Praticar, praticar e praticar). Apesar do caráter óbvio desta colocação, a idéia parece não ser tão simples. Obie dividiu em 3 níveis o domínio que alguém possui sobre alguma modalidade, seja ela esportiva, artística ou de programação. Não me lembro exatamente como foram as classificações atribuídas por ele, mas era algo assim:</p>
<p><strong>1º nível: </strong>O especialista. A pessoa é <em>expert</em> e muitas vezes uma importante referência naquilo que faz.</p>
<p><strong>2º nível: </strong>O bom conhecedor. Apesar de não ser a melhor em sua área, a pessoa tem um bom conhecimento. Não passa vergonha.</p>
<p><strong>3º nível: </strong>O mediano. Não é leigo, mas pode estar longe de ser o especialista da sua área.</p>
<p>Segundo algumas pesquisas, o tempo médio de prática para que um ser-humano possa se tornar especialista em alguma modalidade em algum momento de sua vida é em torno 10000 (dez mil) horas. Desta maneira, calculando bem por cima, um programador Ruby, por exemplo, com uma jornada diária de 8 horas, levaria cerca de 5 anos para ser especialista na linguagem. Porém, nesta estimativa alguns fatores que não foram levados em consideração podem fazer este tempo se elevar bastante &#8211; Apesar da jornada diária de trabalho, qual programador fica, efetivamente, 8 horas por dia apenas codificando ou estudando Ruby? E outro fator, não menos importante: O prazer com que a pessoa exerce determinada atividade &#8211; de nada vale 8 horas <em>efetivas</em> diárias se isto for um grande sacrifício. Obie comparou este último fato com o aprendizado de violino &#8211; Uma pessoa que desde sua infância pratica e estuda horas e horas por dia o instrumento, mas não tem o mínimo prazer em fazer isto, definitivamente o tempo que ela levará para se tornar uma especialista é extremamente superior (isto se fosse possível).</p>
<p>Entendo que pode paracer uma série de obviedades, e pode até ser, mas foi brilhantemente exposta por Obie Fernandez. Recomendo assistirem ou lerem algum material de sua autoria. Mas as partes mais legais, na minha opinião, foram as menções ao <strong>desenvolvimento ágil</strong>:</p>
<p>Assim como um artista plástico idealiza uma obra de arte em que o resultado final não é claro em sua mente, não se deve esperar que o desenvolvedor preveja todas as funcionalidades e o formato definitivo do sistema antes mesmo de começar a desenvolver &#8211; o pecado capital da maioria das metodologias clássicas de engenharia de software. Da mesma forma,  o artista não pinta um quadro o dividindo em partes isoladas, assim como o desenvolvimento e a programação de um sistema pode fluir muito melhor se não for excessivamente modularizada. Reparem nas diferenças:<br />
<a href="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/monalisa_desenvolvimento_agil.jpg"><img class="size-full wp-image-201 aligncenter" title="monalisa_desenvolvimento_agil" src="http://icarovinicius.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/monalisa_desenvolvimento_agil.jpg" alt="monalisa_desenvolvimento_agil" width="454" height="373" /></a>Outra prática muito comum utilizada em metodologias de desenvolvimento ágil são os testes automatizados de sistema: <strong>TDD</strong> (<strong><em>Test Driven Development</em></strong> ou <em>Desenvolvimento Orientado a Testes</em>). Uma <em>feature </em>de um sistema só deve ser codificada caso um teste para esta <em>feature </em>também já tiver sido previamente codificado, garantindo a integridade de todo o sistema, evitando, ou melhor, evidenciando uma porção de erros inimagináveis em futuras modificações sem que eles precisem ser encontrados pelo usuário final (como acontece na maioria das vezes em que um sistema é desenvolvido sem testes automatizados) e principalmente proporcionando uma visão clara e garantida do funcionamento do sistema como um todo, sem ao menos ter realizado nenhum teste real, assim como alguns especialistas da música conseguem imaginar perfeitamente como é a melodia da obra sem a ter ouvido nem uma única vez, apenas pela sua partitura.</p>
<p style="text-align: left;">A palestra foi ótima!</p>
<p style="text-align: left;">Aos programadores que não conhecem estes tipos de metodologias (<strong>Agile Development, TDD, </strong>etc), recomendo fortemente que pesquisem sobre. Ficam aí alguns links:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Test-driven_development" target="_blank">Test Driven Development</a><br />
<a href="http://agilemanifesto.org/" target="_blank">Agile Manifesto</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_%C3%A1gil_de_software" target="_blank">Desenvolvimento ágil de software</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum" target="_blank">Scrum</a></p>
<p><strong>Web Site oficial de Obie Fernandez: </strong> <a href="http://obiefernandez.com/" target="_blank">http://obiefernandez.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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