Update: Não contém spoilers!!!
Quando assisti ao trailer de Bastardos Inglórios, há pouco menos de 1 mês, surgiu a vontade de assistir mais uma representação histórica de judeus e nazismo durante o holocausto. Eu não havia prestado atenção no produtor e diretor do filme.
Sábado (10/10) no cinema não presenciei nenhuma dramatização da história, mas outra obra de Quentin Tarantino. Não foi nenhuma decepção – a surpresa foi agradável.
A judia Shosanna, refugiada com sua família na casa de um camponês francês, que vivia na França ocupada pela Alemanhã em 1941, sobrevive a um massacre à sua família, comandado por um oficial do exército nazista, apelidado de “Caçador de Judeus”. Em Paris Shosanna assume uma nova identidade e se torna proprietária de um cinema, que possui um empregado, querido e amante da judia, negro.
Aldo (Brad Pitt) é um tenente americano que comanda um exército de americanos judeus motivados a vingar o genocídio nazista que vinha acontecendo – torturando, assassinando e arrancando escalpos de soldados alemães do exército nazista. Conhecidos como “Bastardos Inglórios” o exército de Aldo é conhecido e repudiado por Hittler.
Após a proposta de um produtor de cinema alemão estreiar um filme relatando a história de um soldado nazista que se tornou herói após algumas batalhas na guerra, no cinema de Shosanna, onde nazistas compareceriam em massa, inclusive o Führer, a judia, ciente de que o oficial alemão que massacrara a sua família compareceria ao evento, enxerga, junto com seu companheiro negro, uma oportunidade única de vingança – um ataque suicída que incendiaria o cinema com todos os presentes na “Noite Nazista”.
A sede de vingança de Shosanna e de Aldo e seu exército se coincidem na mesma noite, no mesmo evento, o ápice do filme.
Não revelarei o desfecho da estória, mas seja qual for, Quetin Tarantino, apesar de ter se baseado em um cenário histórico, criou uma total ficção em Bastardos Inglórios, repleta dos tradicionais exageros e minunciosidades comumente presentes em seus filmes, saí do cinema com uma pitada de desejo de que soldados nazistas ou mesmo Adolf Hitler tivessem assistido à produção. Seria gratificante.
Trailer do filme:
Recomendo!
Website oficial do filme: http://www.inglouriousbasterds-movie.com



Faltou um “não contém spoilers”.
Assisti o trailer e fiquei com vontade de assistir o filme. Depois fiquei com receio de ler o texto e estragar a história.. hehe..
De qualquer forma, gostei do texto, acho que vou gostar do filme também. Só não estou gostando muito dessa nova política do Mininova. Acho que precisamos de uma reforma politica e cultural dos p2p’s pra acabar com as forças contrárias ao nosso desenvolvimento!
Alguém se candidata a Hitler.du?
Hitler.de!!! Vc precisa ler com mais atenção!! husahusahuashu
Dica: Se você também leu Hitler.du ao invés de Hitler.de no primeiro comentário, sugiro que leia atentamente o último post do blog “Nem tudo é o que parece ser”.
Quero muito assistir esse filme, adoro Tarantino!
Já pensou se o término da segunda guerra fosse da maneira do filme???
Seria muito mais interessante…Hitler já sofreria antes de chegar ao inferno…kkkkkkkk…
Tantos já foram os filmes que modificaram a história…esse é só mais um…
No história do Brasil é o inverso: tentam modificar a mentira que aprendemos em o que foi “realidade” no cinema.
To com muita vontade de assitir esse filme, assim q sobra um tempo vou vuando assitir, todos falam bem dele!!